
Caridade é, sobretudo,
amizade.
Para o faminto -- é o
prato de sopa.
Para o triste -- é a
palavra consoladora.
Para o mau -- é a
paciência com que nos
compete auxiliá-lo.
Para o desesperado -- é
o auxílio do coração.
Para o ignorante -- é o
ensino despretensioso.
Para o ingrato -- é o
esquecimento da
ingratidão.
Para o enfermo -- é a
visita pessoal.
Para o estudante -- é o
concurso no aprendizado.
Para a criança -- é a
proteção construtiva.
Para o velho -- é o
braço irmão.
Para o inimigo -- é o
perdão.
Para o amigo -- é o
estímulo.
Para o transviado -- é
o entendimento.
Para o orgulhoso -- é a
humildade.
Para o colérico -- é a
calma.
Para o preguiçoso -- é
o trabalho.
Para o impulsivo -- é a
serenidade.
Para o leviano -- é a
tolerância.
Para o deserdado da Terra
-- é a expressão de
carinho.
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Caridade
é amor, em manifestação incessante e
crescente.
É o sol de mil faces, brilhando para
todos, e o gênio de mil mãos,
amparando, indistintamente, na obra do
bem, onde quer que se encontre,
entre justos e injustos, bons e maus,
felizes e infelizes,
porque, onde estiver o Espírito do
Senhor aí se derrama a claridade
constante dela,
a benefício do mundo inteiro.
(Emmanuel / Francisco Cândido (Chico)
Xavier)
Livro "Viajor"
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Reflexão 1
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Rrevisão de texto: Iza / Imagem:
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Editada em: 16/08/2000
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