Amado Pai,

Depois de tantos percalços e de tantas estradas percorridas
volto a ti confiante e trazendo um ramalhete de lembranças
daqueles primeiros anos da vida.

Venho, humildemente e com o coração cheio de esperança
colocar em teus braços e em teu coração a minha criança querida procurando, com a tua divina ajuda, recompor os registros daqueles anos em que eu naturalmente acreditaria
que o mundo é BOM

Que eu saiba resgatar, de forma amorosa e inteligente
com a sabedoria do adulto, a meiguice da criança
que se encanta com tudo o que sente, vê e aprende.

Devagar, pacientemente,
quero construir um mundo novo para a minha criança.
Um mundo cheio de carinho, afeto, de coisas simples,
mas significativas  um mundo gostoso de se viver,
bem bonito e aconchegante.

Um mundo que é só meu, mas que agora abraça e incorpora
tantas pessoas amigas e queridas que de mim passaram a fazer parte por causa da NET, da amizade virtual verdadeira e da arte!

Quero voltar a sentir, a viver e a acreditar  que,
apesar de tudo e de todos sou fruto do AMOR.
Ajuda-me, amado Pai!
Amorosamente, eu creio, Senhor!

Ir. Zuleides Andrade
30 de julho de 2003
(Repasse com os devidos créditos)
















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Editada em:  09/08/2003