Suzana Motta


Vem chuva
Com seus pingos ritmados
Soar sua música
No teto do meu quarto.
Vem vento
Pra fazer o acompanhamento.

Lá fora,
A chuva molha e escorre pela terra.
Aqui dentro,
O suor desliza molhando corpos
Que num ritmo próprio
Faz ecoar a música do amor,
Sereno, doce, apaixonado.

Chuva que refresca
Amor que aquece.
Encontro de nuvens
Trazendo o trovão,
Encontro de corpos,
Produzindo uma explosão.

Chuva que molha e perfuma a terra,
Amor que exala de corpos saciados
Adormecidos abraçados
Ao som da chuva, agora mansa;
Caindo no telhado.

 

(Repasse com os devidos créditos)
Poesia exclusiva do site

 











*Laur@´s Poesias
 

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Imagem composição:  Webshots




Editada: 27/02/2005