Lourdes Ferreira da Motta

 

O vento é cinza
ou é de cor indefinida ?
Já o vi tão colorido,
quando não havia
marca dolorida
nem porvir infinito.

Quando aprenderei
a sentir nada ao vento ?
Sempre o entenderei
presságio de tormento ?
Como sopra indiferente
às dores que encontra !!!

Cumpre seu mistério,
cego ao mal presente.
Vento, ao menos consente,
soprar em refrigério
à alma carregada,
a mil fardos atada,
até que não sinta o peso
deste imenso mistério.

(Repasse com os devidos créditos)
Poesia exclusiva do site

 








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Editada em: 18/08/2000