Amor Ilimitado

 

Algum homem indigno de ser possuidor.
De amor velho ou novo, sendo ele próprio falso ou fraco.
Pensou que a sua dor e vergonha seriam menores,
Se a sua ira sobre as mulheres descarregasse.
E então uma lei nasceu:

Que cada uma, um só homem conhecesse.
Mas são assim as outras criaturas?
São o sol, a lua, as estrelas proibidos por lei.
De sorrir para onde lhes apetece, ou de esbanjar a sua luz?

Divorciam-se os pássaros, ou são censurados.
Se abandonam o seu par, ou dormem fora uma noite?
Os animais não perdem as sua pensões.
Ainda que escolham novos amantes,

Mas nós fizemo-nos piores do que eles.
Quem já armou belos navios para ancorar nos portos,
Em vez de buscar novas terras, ou negociar com todos?
Ou construiu belas casas, plantou árvores e arbustos,

Apenas para as trancar, ou então deixá-los cair?
O Bom não é bom, a não ser .
Que mil coisas possua,
Mas arruína-se com a avidez.

(Tradução do poema "Amor limitado", de um poeta inglês (John Donne) que viveu no século XVI..)

(Colaboração: Carinho)








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Editada em: 28/08/1999