Drão
(Gilberto Gil )

Drão, o amor da gente é como um grão,
Uma semente de ilusão 
Tem que morrer prá germinar,
Plantar n´algum lugar
Ressuscitar no chão, nossa semeadura
Quem poderá fazer aquele amor morrer,
Nossa caminha dura
Dura caminhada pela estrada escura
Drão, não pense na separação,
Não despedace um coração
O verdadeiro amor é vão,
Estende-se o infinito
Imenso monolito, nossa arquitetura
Quem poderá fazer aquele amor morrer,
Nossa caminha dura
Cama de tatame pela vida afora.

Drão, os meninos são todos sãos,
Os pecados são todos meus
Deus sabe a minha confissão,
Não há o que perdoar
Por isso mesmo é que há de haver mais compaixão
Quem poderá fazer aquele amor morrer
Se o amor é como um grão
Morre, nasce trigo, vive e morre pão.


 

 










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Editada em: 31/03/2001

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