No Silêncio do Meu Ser,
                       Sou um Viajante a Caminhar


 

Dorival Gaspar

 


É mais um dia,
é mais uma viagem que se inicia em minha vida

Eu me enrosco em pensamentos
Chego a confundir meus momentos,
Como o caminhar de uma solitária ave,
Em busca de um parceiro para ninhar

Chego a me sentir um ser que vive na água,
Perdido entre as ondas,
Como um barco prestes a naufragar.
Meus pés sentem o frescor da água,
E a areia fina consegue entre meus dedos se alojar.

Neste momento, faço parte do vento,
E o frescor da brisa suave,
Consegue meu semblante transformar.

Caminhando um pouco mais, o dia já vai pela metade,
E o sol quente começa a minha pele bronzear.
Como um viajante solitário, sigo em frente,
E a qualquer custo tento em meu destino chegar.

O sol já vai embora,
E com sua missão cumprida naquele dia,
Se despede refletindo lá longe,
Até onde nossos olhos possam alcançar.

Ai vem a noite, e o viajante cansado,
Se deixa envolver pela beleza do brilho da lua,
Esquece de tudo, renova suas forças, volta a sonhar.
Se põe de pé, para nunca esquecer que precisa caminhar.


(07.02.03)

(Repasse com os devidos créditos)
Poesia exclusiva do Site

 

 





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Editada em: 22/04/2004