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Walter Pereira
Pimentel
Como o Sol que nasce
para todos
E a todos aquece sem discriminação
Assim também deveria ser a paz
Natural, abrangente e de sentido verdadeiro
Diferente da que grassa no mundo inteiro
Imposta pelo troar de um canhão
Pela opressão da autoridade e do dinheiro
Da exploração do fraco pelo forte
Não! Essa é a paz da indignidade
Impregnada do cheiro da morte
Precisamos da paz que não oculte rancor
Que venha do perdão e da união
Que brote espontaneamente em cada coração
Inspirada pelo Criador
A paz da justiça e da igualdade
Da partilha e da humildade
Que nos leve ao entendimento
Ao diálogo, à fraternidade...
Como quem abre um sorriso
E estende as mãos
Para distribuir rosas
Tenhamos os mesmos gestos
Abrindo o coração e as mãos
Para distribuir paz
Só vive em paz
Quem vive a paz!
(Repasse com os devidos créditos)
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Página editada em:10/02/2002
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