Rumos

Lêda Mello


Como saber a hora e o lugar,
Como sentir o sinal e a vez,
Se o relógio não pode parar,
No sentimento que existiu, talvez...


Como seguir sem ter a rota certa,
Como voltar no tempo que passou,
Se, lá na frente, a fronteira aberta,
Nega o aceite à tralha que restou.


Na incerteza dessa encruzilhada
Nos desacertos da alma cansada
Senta o vivente para repensar


Tenta seguir a voz do coração
Mas eis que escuta forte a razão
- Levanta e segue um novo começar!

Arapiraca (AL), 10.07.2004

(Repasse com os devidos créditos)



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Editada: 16/08/2004