Luis Lêdo Motta Mello



Dou-lhe esta rosa que colhi, magoado,
no roseiral que juntos plantamos,
lá no cantão onde nós dois moramos,
entre as savanas do meu Lageado.

Doces momentos quando, lado a lado,
plantando as flores tanto amor juramos!
Beijos ardentes, quantos nós trocamos!...
Belo idílio tão cedo acabado.

Em poucos meses o roseiral querido
brotou belíssimo. Mas, como eu, perdido,
sentiu a falta de quem o plantou.

E esta rosa tão sublime e pura
sem os espinhos da divina jura
conta as saudades que você deixou...
 

(Repasse com os devidos créditos)


 



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Página editada em: 18/11/2002