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É neste ponto
das tuas coxas
que o meu pescoço
implora a forca
Mas dás-lhe o trono
da luz da sombra
num sorvedouro
de rosas roxas
Agreste gosto
de húmida polpa
o que dissolvo
dentro da boca
Eis num renovo
mágica força
rei me corôo
em tuas coxas
António Sem
Parede/Portugal
(Repasse com os devidos créditos)
*Laur@´s Poesias
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Editada em:30/09/2002
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