À Minha Mãe


 Edson Alvarenga




Ó minha mãe, santa mãezinha, estou aqui,
Na sombra triste da outra face de quem não vai
Vem-me a saudade da minha infância junto a ti
Teu manto santo, é uma lembrança que não me sai.

E quando longe,nada mais posso senão o pranto,
Deixar cair pela face clara do meu anelo
São ais que eu choro, na mensagem deste meu canto
Ao ver o teu retrato, a tua imagem eu velo.

És para mim o maior signo da minha existência
O amor, o caminho, a luz deste meu viver;
Sim; és o sol que me ilumina quando à ausência
O calor do teu carinho, divina alma do meu ser.

Resplandecem-me os raios de tua esperança, os hinos,
Ao ver-me longe, no caminho que hora sigo,
Fenecem-me o soar e o bimbalhar dos sinos,
Buscam-te ao além , mas me vêm contigo.

Agora poderei então, beijar-te um pouco mais...
Assim,assim, roçar meus lábios à tua face linda,
Lembrar-te-ei, enfim, a bela aurora que me vem jamais,
Sem teu carinho, sou triste louco que a vida finda.

(Repasse com os devidos créditos)


 

 







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Página editada em: 11/02/2001